A Rapariga que Roubava Livros de Markus Zusac
Liesel, uma menina de nove anos de idade, entregue para adopção, tinha já passado pelos olhos da morte no funeral do seu pequeno irmão. Foi aí que Liesel roubou o seu primeiro livro, o primeiro de muitos pelos quais se apaixonará e que a ajudarão a superar as dificuldades da vida, dando um sentido à sua existência. Quando o roubou, ainda não sabia ler, será com a ajuda do seu pai, um perfeito intérprete de acordeão que passará a saber percorrer o caminho das letras, exorcizando fantasmas do passado. Ao longo dos anos, Liesel continuará a dedicar-se à prática de roubar livros e a encontrar-se com a morte, que irá sempre utilizar um registo pouco sentimental embora humano e poético, atraindo a atenção de quem a lê para cada frase, cada sentido, cada palavra. Um livro soberbo que prima pela originalidade e que nos devolve um outro olhar sobre os dias da guerra no coração da Alemanha e acima de tudo pelo amor à literatura.
Os Homens que Odeiam as Mulheres de Stieg Larsson
O jornalista de economia Mikael Blomkvist precisa de uma pausa. Acabou de ser julgado por difamação ao financeiro Hans-Erik Wennerstrom e condenado a três meses de prisão. Decide afastar-se temporariamente das suas funções na revista Millennium. Na mesma altura, é encarregado de uma missão invulgar. Henrik Vanger, em tempos um dos mais importantes industriais da Suécia, quer que Mikael Blomkvist escreva a história da família Vanger. Mas é óbvio que a história da família é apenas uma capa para a verdadeira missão de Blomkvist: descobrir o que aconteceu à sobrinha-neta de Vanger, que desapareceu sem deixar rasto há quase quarenta anos. Algo que Henrik Vanger nunca pôde esquecer. Blomkvist aceita a missão com relutância e recorre à ajuda da jovem Lisbeth Salander. Uma rapariga complicada, com tatuagens e piercings, mas também uma hacker de excepção.
- Cândido ou o Optimismo de Voltaire
Cândido ou o Optimismo foi pela primeira vez publicado em 1759.
Sabendo à partida que o livro seria proibido, Voltaire optou por uma
edição clandestina que rapidamente atingiria níveis de vendas
extraordinários para a época. Seguir-se-iam centenas, senão milhares, de
edições ao longo dos séculos XIX e XX.
A presente tradução, a partir de um exemplar da primeira edição, guardado na Biblioteca Nacional de França, procura reabilitar o texto na sua versão inicial, preservando ao máximo as características típicas do discurso de Voltaire nos seus contos filosóficos: frescura, liberdade de forma e imaginação. A ideia é que, apesar de traduzido, o leitor possa ler Voltaire e não os seus editores e fixadores de texto dos quase 250 anos que entretanto passaram.
A presente tradução, a partir de um exemplar da primeira edição, guardado na Biblioteca Nacional de França, procura reabilitar o texto na sua versão inicial, preservando ao máximo as características típicas do discurso de Voltaire nos seus contos filosóficos: frescura, liberdade de forma e imaginação. A ideia é que, apesar de traduzido, o leitor possa ler Voltaire e não os seus editores e fixadores de texto dos quase 250 anos que entretanto passaram.
- Dicionário do Diabo de Ambrose Bierce
O «Dicionário do Diabo» é um clássico da literatura americana. O seu
autor, Ambrose Bierce, amigo e rival de Mark Twain, tornou-se um dos
mais famosos escritores e jornalistas depois da Guerra Civil.
Esta obra foi primeiro publicada num jornal, entre 1881 e 1906. No seu
estilo deliciosamente sarcástico, com um humor satírico inteligente, o
autor assume o papel do Diabo para subverter o sentido que habitualmente
atribuímos às palavras. Bierce inventou um dicionário politicamente
incorrecto, capaz de provocar tudo e todos. O seu humor é hoje tão
acutilante como há cem anos atrás.
- As Avós de Doris Lessing
As Avós e Outras Histórias são um conjunto de quatro contos
descritos pela crítica como verdadeiras obras de arte, que combinam
inteligência com talento. Na primeira história, a qual dá nome ao livro
vamos ao encontro de duas amigas que se apaixonam cada uma pelo filho da
outra, vivendo um episódio amoroso que transcende as convenções
sociais. Lessing empresta a este conto uma presença autoral muito forte
que se revela numa história não só plausível como profundamente
credível.
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