Os padrões e valores da nossa cultura europeia e ocidental, as nossas maneiras de pensar e sentir, estão assentes nos padrões e valores, nas formas de pensar e de sentir das culturas da antiguidade – Mesopotâmia, Egipto, Israel, Grécia, Roma, embora se tenham perdido muitos documentos.
Como um rio profundo, modelaram a Europa, primeiro, e enformam hoje a cultura ocidental, do ponto de vista literário, artístico, científico, filosófico e mesmo político.
Daí poder dizer-se que, em muitos aspectos, em especial no campo das actividades intelectuais e espirituais, a nossa cultura é, de certo modo, a continuação dessas culturas desde há mais de 10 000 anos.
Mas sobre essas culturas as culturas ocidentais acrescentaram, recriaram e confrontaram novas ideias e situações e assim encontramos em todas as épocas e em todos os países livros que continuam a marcar a nossas formas de pensar e de sentir e que, bem escritos, em prosa ou em poesia, se tornaram “clássicos” intemporais.
Temos à disposição entre muitos outros, os seguintes:
Grécia antiga século V a.C.:
Medeia, de Eurípedes
As bacantes, de Eurípedes
Século XV/XVI:
Menina e moça, de Bernardim Ribeiro
Século XVI / XVII:
Sonho de uma noite de verão, de William Shakespeare
Romeu e Julieta, de William Shakespeare
O engenhoso fidalgo dom Quixote, de Miguel de Cervantes
Século XVIII:
Cândido ou o optimismo, de Voltaire (pseud.)
Século XIX:
As aventuras de Tom Sawyer, de Mark Twain
Cinco semanas em balão, de Júlio Verne
O mandarim, de Eça de Queirós
A capital, de Eça de Queirós
A cidade e as serras, de Eça de Queirós
Século XX:
Húmus,
de Raul Brandão
O amante, de Marguerite Duras
O velho e o mar, de Ernest Hemingway
O estrangeiro,
de Albert Canus
O delfim,
de José Cardoso Pires
Século XXI:
As intermitências da morte, de José Sara mago
















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